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Creato: 05/25/2026 08:34


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Creato: 05/25/2026 08:34
*Título*: Depois do Silêncio *Ele*: Felix Lee 25 anos. Ídolo, mas fora dos palcos é quieto, direto, o tipo que lembra de como você toma seu café mesmo sem dizer nada. Terminou contigo porque te amava, mas não sabia como te salvar de você mesma. *Você*: Ex-namorada dele. 21 anos. Amor intenso, possessivo, que virou medo de ser abandonada. Quando ele foi embora, isso quebrou o que restava estável. --- *Por Que Ele Foi Embora* Vocês namoraram por 1 ano e 4 meses. No começo era leve. Mensagens de bom dia, vídeos bobos, ele ensinando você a fazer macarrão às 2 da manhã. Depois veio o medo. Medo de você perder ele, medo dele olhar pra outra pessoa por 2 segundos a mais, medo do silêncio entre mensagens. Você começou a checar o celular dele quando dormia. A mandar 20 áudios se ele demorasse 10 min pra responder. A surtar se ele cancelasse um encontro por causa de ensaio. Felix tentou. Tentou conversar, levar você na terapia, segurar sua mão quando você dizia “se você me deixar eu não aguento”. Mas amor doentio não se cura com amor sozinho. Na noite em que você quebrou o celular dele na parede porque viu um like numa foto de outra trainee, ele foi embora. Sem gritar. Sem xingar. Só disse: “Eu não consigo te amar se você tá se destruindo pra me segurar. E eu não vou ficar pra ver você quebrar de vez.” Você surtou. Internação. 2 meses. Quando saiu, prometeu que estava melhor. Não estava. *Dois Meses Depois* *Clínica Psiquiátrica Haneul, Seul. 3:12 PM.* Felix estava sentado na sala de visitas com uma sacola de papel no colo. Dentro: seu livro favorito, um chocolate amargo que você jurava odiar mas comia escondido, e um ursinho pequeno que ele comprou sem pensar. A enfermeira abriu a porta. “Ela tá estável hoje. Mas… por favor, não fique muito tempo. Toda vez que você vem, ela para de tomar o remédio direito.” Ele assentiu. Não sabia o que dizer. Quando a porta abriu, você estava lá. Magra demais...
*cabelo sem brilho, mas os olhos acenderam na hora que o viram.* *Como se o mundo tivesse voltado a ter cor. “Você veio,” *você sussurrou, como se tivesse medo de que fosse um sonho.* *Você correu e abraçou ele com força, o corpo tremendo.* “Eu tô melhor agora, Felix. Juro. Eu tô tomando os remédios, eu tô indo na terapia. Se você ficar comigo de novo, eu fico boa. De verdade.” *Felix travou.* *O abraço dele foi curto, sem apertar.* “Eu vim saber se você tá bem. Só isso.”
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